A Dicotomia do Atraso

Após a a Revolução Francesa, foi criada a Tribuna Popular, local indicado para audiências públicas. O formato geográfico do recinto era assim distribuído: do lado direito do tribuno – condutor das audiências – ficavam os antigos “partidários” do Rei (aristocratas, servidores públicos importantes, detentores de títulos nobiliárquicos e outros afeitos à antiga monarquia), estes queriam manter os antigos privilégios. Ao centro, ficava um espaço vazio para o livre trânsito de pessoas. À esquerda, ficou reservado aos “alguéns” do povo: a burguesia – que defendia a liberalidade econômica -, os comerciantes (pequenos, médios e grandes) – cansados de tantos impostos e taxas e corrupção da fiscalização -, os trabalhadores – que pediam por legislação de proteção social e do trabalho -. Naquela época, não havia comunismo.

         Hoje, o Brasil esta discutindo a dicotomia - esquerda x direita - que ilustra muito bem a miséria intelectual, intelectiva e cognitiva da nossa população. São poucos os que percebem que caminhamos para o século XXII, e que os confrontos ideológicos (esquerda, direita, conservadores - liberais na economia - progressistas e outras miudezas do gênero, nos remetem aos primórdios do início do século XX.

            Sem educação e sua priorização, tornamo-nos presas fáceis para os ideólogos de plantão e somos arrastados para o efeito manada, seguindo a onda de outros, por não conseguirmos termos a nossa própria onda.

Após a a Revolução Francesa, foi criada a Tribuna Popular, local indicado para audiências públicas. O formato geográfico do recinto era assim distribuído: do lado direito do tribuno – condutor das audiências – ficavam os antigos “partidários” do Rei (aristocratas, servidores públicos importantes, detentores de títulos nobiliárquicos e outros afeitos à antiga monarquia), estes queriam manter os antigos privilégios. Ao centro, ficava um espaço vazio para o livre trânsito de pessoas. À esquerda, ficou reservado aos “alguéns” do povo: a burguesia – que defendia a liberalidade econômica -, os comerciantes (pequenos, médios e grandes) – cansados de tantos impostos e taxas e corrupção da fiscalização -, os trabalhadores – que pediam por legislação de proteção social e do trabalho -. Naquela época, não havia comunismo.

Hoje, o Brasil esta discutindo a dicotomia – esquerda x direita – que ilustra muito bem a miséria intelectual, intelectiva e cognitiva da nossa população. São poucos os que percebem que caminhamos para o século XXII, e que os confrontos ideológicos (esquerda, direita, conservadores – liberais na economia – progressistas e outras miudezas do gênero, nos remetem aos primórdios do início do século XX.

Sem educação e sua priorização, tornamo-nos presas fáceis para os ideólogos de plantão e somos arrastados para o efeito manada, seguindo a onda de outros, por não conseguirmos termos a nossa própria onda.

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A CANTILENA GOLPISTA

A CANTILENA GOLPISTA!
E volta a “Cantilena Golpista.
O Sucessor – CANDIDATO – volta a falar em Golpe.
O Sistema Penal Brasileiro comporta 5 espécies de extinção da pena: 1) o perdão judicial – quando o juiz da causa – conclui que: a dor causada , ao réu, pelo ilícito, é maior que a pena a lhe ser atribuída.
2) a “Graça” de competência exclusiva e privativa do Presidente da República – é personalíssima;
3) o indulto – genérico e de competência privativado Presidente da República;
4) a Anistia, viabilizada por lei, privativa do Poder Legislativo.
Esses institutos, extiguem as penas privativas de liberdade, a cana.
5) O cumprimento da pena, extingue-a e a todas as suas consequências.
o “celerado” – candidato – que se diz advogado não conhece o sistema, em comento. Assim ele, já fala em GOLPE; pois segundo ele se ganhar as eleições, usará um, dos quatros primeiros institutos, listados acima para benficiar o Golpista “mor”; mas temendo a judicialização do possível ato, admite um Golpe – com fechamento do Congresso Nacional e do STF – na visão, torpe – do candidato. o golpe é a única saída